Estratégia do Oceano Azul





A gestão estratégica, por uma questão de sobrevivência e foco em um ambiente de cada vez mais competitivo, foi definitivamente incorporada à agenda executiva. Temas como o crescimento, fidelização de clientes, qualidade, fortalecimento da imagem, excelência operacional e eficiência logística se tornaram recorrentes. Neste sentido, a questão central é ao mesmo tempo intrigante e desafiadora: será que nossa proposta de valor está acertando a competição de forma única e diferenciada (inovadora) a ponto de tornar desprezível a concorrência, criando espaços de mercado nunca ocupados?

Para melhor compreender a estratégia que chamamos de “Oceano Azul”, imagine um universo de mercado composto de dois tipos de oceanos - oceanos vermelhos e oceanos azuis. Os oceanos vermelhos representam todos os setores hoje existentes. É o espaço de mercado conhecido. Já os oceanos azuis abrangem todos os setores não existentes hoje. É o espaço de mercado desconhecido. 


Nos oceanos vermelhos, as fronteiras setoriais são definidas e aceitas, e as regras competitivas do jogo são conhecidas. Aqui, as empresas tentam superar suas rivais para abocanhar maior fatia da demanda existente. À medida que o espaço de mercado fica cada vez mais apinhado, as perspectivas de lucro e de crescimento ficam cada vez menores. Os produtos se transformam em commodities e a “briga de foice“ ensangüenta as águas, dando origem aos oceanos vermelhos.

Em anexo, segue, uma versão compilada do livro Estratégia do Oceano Azul.

Boa leitura!

Alex Ferreira


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